Dez anos do 11 de setembro

Escrito por Carina Fragozo
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Hoje faz dez anos que, ao chegar da escola, liguei a televisão e só podia ver uma enorme nuvem de fumaça. Foi quando soube que terroristas da al-Qaeda haviam sequestrado quatro aviões em solo americano e os utilizado como mísseis contra as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York e contra o prédio do Pentágono, Virginia. Naquela manhã, com 14 anos, percebi que estava assistindo a um triste, porém importante, acontecimento histórico: “algo como a queda do muro de Berlim”, pensei.
As imagens dos aviões se chocando contra as torres gêmeas, para mim, são imagens tão chocantes que nem parecem de verdade. Cada vez que assisto reportagens sobre a tragédia, que matou  2.996 pessoas, (incluindo os 19 sequestradores), fico perplexa com o quanto o poder, a religião e o dinheiro podem influenciar a mente das pessoas.
Milhares de postagens sobre o fato vêm sendo publicadas desde o início deste mês, e a minha é apenas mais uma. Por isso, me restrinjo a dizer que sinto muito pelos mortos no atentado, por seus familiares, pelo povo americano, e pelo fato de o mundo ter passado a acreditar que tamanha crueldade contra inocentes seja possível. 

A nuvem de fumaça que deixou o mundo inteiro perplexo

 

Homenagem no memorial do 11 de setembro: luzes no exato local onde ficavam as torres gêmeas

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