Maiores amigos e maiores inimigos do professor em uma escola de idiomas

Escrito por Carina Fragozo
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Tenho muitos amigos professores e, ao logo dos anos, foi possível perceber o que os teachers mais gostam e o que menos gostam na estrutura de uma escola. Na lista a seguir, incluí cinco aspectos que fazem os professores desejarem “vestir a camiseta” de uma rede e cinco aspectos que funcionam como um balde de água fria em uma equipe. É importante salientar que não tenho a menor intenção de expôr ou denegrir a imagem de escola alguma, principalmente porque não estou me referindo a nenhuma rede específica neste post. Além disso, ressalto que este post é direcionado à estrutura das escolas e, por isso, não incluí na lista de “amigos” o nosso maior combustível: os alunos! Entendo que muitas vezes é difícil para a escola eliminar todos os “inimigos” dos professores, e a intenção aqui é apenas mostrar para os leitores do blog (em grande parte professores) que outros teachers compartilham das mesmas alegrias e dificuldades nesta área.

MAIORES AMIGOS

1. Treinamento e reciclagem: um bom treinamento vai além da exposição da metodologia e das instalações da escola e discute aspectos teóricos e práticos “universais” do ensino/aprendizagem de língua estrangeira. Cursos de reciclagem a cada semestre são muito válidos, e devem interessar tanto ao professor iniciante quanto ao mais experiente.
2. Reconhecimento: elogios, planos de carreira e remuneração que valoriza o nível de formação do profissional são um grande combustível para a satisfação dos professores. 
3. Sharing: é muito bom quando se tem um grupo de professores que compartilha suas atividades e uma escola que encoraja essa prática criando bancos de atividades separados por nível.
4. Confiança: uma boa escola de idiomas conhece e confia no profissional que contratou. 
5. Autonomia: nem sempre é possível, mas é ótimo quando o coordenador ouve as preferências do profissional com relação à idade dos alunos e aos horários de trabalho e procura atendê-las.
MAIORES INIMIGOS

1. Horários “espalhados”: como as escolas geralmente fazem o pagamento por hora/aula, é muito ruim quando a grade de horários fica muito “espalhada”, com algumas horas pela manhã, algumas horas à tarde e outras à noite. Assim, o professor trabalha o dia inteiro e recebe apenas o valor equivalente às horas lecionadas.
2. Excesso de trabalho: além da preparação das aulas e correção de provas/homework, há escolas que exigem “uma ajudinha” com atividades extra e nem sempre remuneram as horas trabalhadas nesses períodos.
3. Cópias limitadas: complicações para imprimir worksheets são um problema. Algumas escolas pedem que os professores solicitem as cópias com muita antecedência, mas nem sempre é possível prever o que será necessário para uma aula futura.
4. Observações de aula “surpresa”: observações de aula são ótimas para que os professores percebam os pontos que podem ser melhorados em sua metodologia, mas acredito que o professor deva ser avisado. Observações “surpresa” passam a impressão de falta de confiança no profissional.
5. Salário: infelizmente, o que andam oferecendo por aí não valoriza os anos de  estudo, investimento e dedicação dos profissionais. Conheço escolas que oferecem uma boa remuneração, mas, em muitos casos, é muito esforço para pouca recompensa. 
Concordam  ou discordam dos itens incluídos na lista?
Deixe um comentário e compartilhe suas experiências.

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